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“Dá aqui a tua mão. Vou segurar ela bem forte e, juntos, vamos conseguir enfrentar qualquer coisa boba ou séria. Sabe por quê? Porque a gente se ama. E nada mais importa.”
Clarissa Corrêa.    (via invirbus)
“Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi sem me deixar, sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir. Pra você guardei o amor que sempre quis mostrar, o amor que vive em mim vem visitar, sorrir, vem colorir solar, vem esquentar e permitir. Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios, que o convite do silêncio exibe em cada olhar. Guardei, sem ter porque nem por razão ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostrar. Achei, vendo em você, explicação nenhuma isso requer, se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar. Pra você guardei o amor que aprendi vendo os meus pais, o amor que tive e recebi e hoje posso dar livre e feliz, céu cheiro e ar na cor que o arco-íris. Risca ao levitar. Vou nascer de novo, lápis, edifício, tevere, ponte, desenhar no seu quadril meus lábios beijam signos feito sinos, trilho a infância, terço o berço, do seu lar. Guardei, sem ter porque nem por razão ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostrar. Achei, vendo em você, explicação nenhuma isso requer, se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar.”
Nando Reis. (via renegarei)
“Um dia qualquer a gente se esbarra;
em uma esquina movimentada;
da sua cidade enfumaçada;
que embaça a vista da estrada;

um dia qualquer sinto sua falta;
te mando uma carta e de alegria tu salta;
mas esquece e não ressalta;
todo o amor contido em uma só pauta;

um dia qualquer a gente se casa;
em um campo aberto próximo a nossa casa;
perto da árvore grande de folha listrada;
que via nos meus sonhos de mente cansada;

um dia qualquer pretendo ser feliz;
cercado de tudo que sempre quis;
mesmo por horas tido a vida por um triz;
relembrando os velhos tempos por uma singela cicatriz;

um dia qualquer a gente falece;
o coração para e a gente entristece;
hoje o carteiro não veio então entrego minha prece;
mesmo tolo as vezes sei que a gente cresce;

um dia qualquer pago a minha promessa;
tempo a gente tem, não quero ter pressa;
mesmo que a vida me aprece e tenha que andar depressa;
Um dia qualquer é ruim, um dia qualquer nos estressa.

Johnny   (via o-teimoso)